Ciclo de Palestras: o conceito de sistema em Niklas Luhmann

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Ciclo de Palestras: O Conceito de Sistema em Niklas Luhmann

       
Ettore Bresciani Filho
Membro do CLE-­‐UNICAMP
Setembro a Dezembro de 2015

Tópicos

 

0 - Introdução       
1 - Funcionalismo Estrutural em Parson       
2 - Sistemas abertos       
3 - Sistema como Diferença       
4 - Encerramento OperaPvo e Autopoiesis       
5 - Acoplamento Estrutural              
6 - Considerações sobre o Observador       
7 - Conceito de Complexidade

 

Bibliografia

• Livro de Ctação no Ciclo de Palestras:              
LUHMANN, N., Introdução à Teoria dos Sistemas (Aulas publicadas       
por J.T.Nafarrate). Petrópolis: Editora Vozes, 2009 (1995), 414p.                     
       
•  Livro Clássico de Referência:       
LUHMANN, N., Social System. Stanford: Stanford University Press, 1995 (1984), 627p.              
       
•  Livro de Leitura Complementar:

GONÇALVES, G.L. & VILLA BÔAS Filho, O., Teoria dos sistemas sociais – Direito e Sociedade na Obra de Niklas Luhmann. São       Paulo: Saraiva, 2013, 166p.      

0 – Introdução (J. T. Nafarrate)              

1 - “A teoria de Luhmann  constitui um esforço descomunal de dar fundamento e plausibilidade ao fato de que se a sociedade consiste       numa       reprodução       conlnua de       formas,       o       método       da       sociologia       deverá       consisPr       na       capacidade       de       emular       essa permanente       reprodução.”       

2 - “A peculiaridade        teórica        de        Luhmann        oferece        uma        das        arquiteturas        conceituais       
mais surpreendentes        na        sociologia        contemporânea               A        vantagem        dessa        construção       
é       a       criação       de       um       modelo       que       se       põe       à       prova       na       observação       da       sociedade,       e       que s e       obriga,       exatamente       por       isso,       a       fazer       ajustes       persistentes.”       

3 - “Por mais que se critique Luhmann pela excessiva complicação do desenho, e a falta de economia e simplicidade nos traços teóricos, seria preciso, contudo, agradecer a ele que, afinal, a teoria tenha se convertido no correlato provavelmente da única verdade ontológica que ainda se pode expressar sobre a sociedade: a  complexidade.”  
(p.22-­‐23)