Catálogo da revista Coleção CLE: Formato PDF

A Coleção CLE dirige-se especialmente ao público brasileiro e latino-americano interessado nas áreas de Lógica, Epistemologia, Metodologia e História das Ciências ... uma coleção de livros, com títulos anuais, cujo objetivo é a publicação de pesquisas originais, monografias e teses nessas áreas do conhecimento.

   
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Colecao CLE: Volume 62 - História da Matemática - vol. II

História da Matem&aacite;tica - Volume II

Autor: Rubens Lintz

Neste trabalho, em dois volumes, é apresentado um estudo da História da Matemática sob um ângulo diferente do usual na literatura. Escrito num estilo bastante original e com um discurso científico rigoroso, o texto é pontuado por observações e comentários cheios de humor. Neste segundo volume, estuda-se a História da Matemática na Cultura Ocidental procurando, assim como no volume anterior, apresentar um ponto de vista histórico-cultural e não apenas uma galeria de autores e obras. Esta obra reúne competência e criatividade, apresentando uma análise do conhecimento matemático num enfoque cultural e político. Sua publicação é mais uma contribuição significativa do CLE a cultura acadêmica, reconhecendo e divulgando um dos mais destacados intelectuais brasileiros.

   
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Colecao CLE: Volume 61 - A relação entre a filosofia mecânica e os experimentos alquímicos de Robert Boyle

A relação entre a filosofia mecânica e os experimentos alquímicos de Robert Boyle

Autor: Kleber Cecon

O objetivo desta obra é analisar a filosofia mecânica de Robert Boyle, com a finalidade de mostrar a compatibilidade entre o seu pensamento químico e mecanicista. Apesar de não poder ser provada por experimentos alquímicos, a filosofia mecânica de Boyle é corroborada por eles e os mesmos tiveram grande importância na refutação das formas substanciais e qualidades reais da escolástica. Os experimentos alquímicos tornam-se importantes na medida em que é necessário elucidar como eles são usados na defesa do mecanicismo boyleano. Visando auxiliar a compreensão dos mesmos, foram analisados os experimentos que Boyle julgava mais aptos para esse fim, assim como a tradução química para a correspondente linguagem da química contemporânea.

   
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Colecao CLE: Volume 60 - Sistemas axiomáticos formalizados: a questão da desinterpretação e da formalização da axiomática

Sistemas axiomáticos formalizados: a questão da desinterpretação da axiomática

Autor: Arno Aurélio Viero

Este texto é uma análise rigorosa e inteligente do movimento de desinterpretação que, a partir do começo do século XX, irá propor uma reinterpreta&ccediol;ão do método axiomático, e a que propósitos esse movimento servia. Dada sua origem como uma dissertação de mestrado apresentada ao Departamento de Filosofia da PUC-Rio sob a orientação de Oswaldo Chateaubriand, este texto de Arno Viero é também surpreendentemente maduro. O aubtor analisa de maneira incisiva e original o desenvolvimento da geometria axiomática de sua origem com Euclides ao formalismo do século XX.

   
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Colecao CLE: Volume 59 - Materialismo e Evolucionismo II - A origem do homem

Materialismo e Evolucionismo II - A origem do homem

Organizado por João Quartim de Moraes

Gustavo Caponi - Como e por que o estudo do desenvolvimento é relevante para a biologia evolucionária Carlos Alberto Dória - A seleção artificial e a formação da "Segunda natureza Humana" em coevolução de espécies, a partir de The Decent of Man Maurício Vieira Martins - Consequências filosóficas da polêmica de Darwin com o pensamento religioso Vittorio Morfino - A filosofia de Darwin Anna Carolina K. P. Regner - Mente-e-corpo na visão darwiniana João Quartim de Moraes - O trabalho, adaptação seletiva F. Felipe de A. Faria - O lugar do Homem no catastrofismo de Cuvier Maria Eunice Quilici Gonzalez e Mariana Claudia Broens - Darwin e a virada naturalista na filosofia

   
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Colecao CLE: Volume 58 - Wittgenstein: Certeza?

Wittgenstein - Certeza?

Organizado por Arley R. Moreno

I - Arley Ramos Moreno, Wittgenstein: um projeto espistemológico? Em direção a uma epistemologia do uso David Stern, Wittgenstein, Qualia and the Inverted Spectrum Plínio Junqueira Smith, Dúvida, Sistema de Crença e Fundamento
II - Cristiane Maria Cornelia Gottschalk, Critérios, Regras e Certezas: uma reflexão sobre a natureza do pensamento crítico Eduardo Gomes de Siqueira, Apologia de Teeteto Ou: uma investigação gramatical da contextualização das certezas Rafael Lopes Azize, Certeza como Visão da Prática
III - Antonio Ianni Segatto, Sobre Regras e Acordos Guilherme Ghizoni da Silva, Wittgenstein: ceticismo, certezas e loucura Léo Peruzzo Júnior, Considerações sobre o "Interior" em Wittgenstein Tristan Torriani, (In)certeza no Juízo Estético e na Compreensão Musical no Wittgenstein Tardio

   
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Colecao CLE: Volume 57 - Um Filósofo e a Multiplicidade de Dizeres

Um Filósofo e a Multiplicidade de Dizeres: Homenagem aos 70 anos de vida e 40 de Brasil de Zeljko Loparic.

Róbson Ramos dos Reis, Andréa Faggion (orgs.)

João Carlos Brum Torres, Atualidade da filosofia.
Benedito Nunes, Ética e finitude 
André Duarte, Heidegger, filósofo da essência da técnica moderna 
Róbson Ramos dos Reis, Como interpretar a vida? A hermenêutica da natureza viva em "Ser e Tempo"
Ernildo Stein, Que significa "não cedas de teu desejo"?
Elsa Oliveira Dias, Winnicott e o pré-representacional na psicanálise
Fábio Antonio da Costa & Antonio Augusto Videira, O Manuscrito de 1942 e a 
ordenação da realidade segundo Heisenberg
Irene Borges-Duarte, Realidade e senso comum: Kant e os limites da mente humana
Joãosinho Beckenkamp, Conceito e significado: sobre a leitura semântica da 
filosofia transcendental de Kant
Wolfgang Carl, Transcendental philosophy or transcendental semantics?
Guido Antônio de Almeida, Kant e o princípio do Direito: sensualismo versus 
intelectualismo na interpretação da concepção kantiana do Direito
Leonel Ribeiro dos Santos, As metáforas da razão e a razão das metáforas na filosofia de Kant
Frederick Rauscher, How do ideas of reason function in experience?
Valério Rohden, Della necessità di una metafisica pratica per fondare la filosofia critica
Christian Hamm, Divinação, profecia e a realidade do progresso. Sobre o "signo histórico" na 
filosofia da história de Kant
Ricardo Terra, Kant racista?
Daniel Omar Perez, A proposição fundamental da antropologia pragmática e o conceito 
de cidadão do mundo em Kant
Robert Hanna, Kant's non-conceptualism, rogue objects, and the gap in the B deduction
Marco Antonio Franciotti, Kant e o método de análise-síntese
   
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Colecao CLE: Volume 56 - A De Divina Proportioni de Luca Pacioli

A "De Divina Proportione" de Luca Pacioli - Tradução anotada e comentada

Fábio Maia Bertato

Parte I
Algumas considerações sobre Luca Pacioli e sua obra
Obras de Luca Pacioli
Luca Pacioli e a "Querela da Perspectiva": as classificações das 
matemáticas da antiguidade clássica ao fim do Quattrocento
Apresentação da Tradução, Notas e Comentários
Parte II
Tradução da De Divina Proportione
Comentários e Notas Elucidativas
Considerações finais 
Ilustrações do Códice Ambrosiano
Apêndices
Apêncide 1: Fac-símile da versão impressa em 1509, correspondente ao texto do manuscrito.
Apêndice 2: Fac-símile dos Livros XIII, XIV e XV dos Elementos de Euclides, editado por Pacioli.
   
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Colecao CLE: Volume 55 - Como ler o album?

Wittgenstein - Como ler o Álbum?

Organizado por Arley R. Moreno

I
Antonia Soulez, Lire l'album comme parcourir un arbre sans généalogie pour voir ce 
qu'il nous montre qu'il fait
Alois Pichler, Wittgenstein's albums: "Philosophical Investigations" and "Philosophical
Remarks" as alternatives to the "spirit of progress" in philosophy
Antoine Ruscio, Comment lire l'Album
Arley Ramos Moreno, Como ler o Álbum?
II
Eduardo Gomes de Siqueira, Como ler o álbum? Pela composição de "vozes" que nele se deixam 
ouvir (o dialogismo em Investigações, 613: o problema da liberdade da vontade)
João José R. L. Almeida, O método entre o livro e o álbum (IF §122)
Rafael Lopes Azize, As vozes do álbum filosófico e os movimentos do pensamento
Cristiane Maria Cornelia Gottschalk, Uma leitura do Álbum para a pesquisa educacional
Paulo Oliveira, O que é ler - um álbum eletrônico?
III
Antonio Ianni Segatto, Anotações sobre Wittgenstein, o dogmatismo, harmonia e filosofia
Giovane Rodrigues Silva, A arbitrariedade da gramática à luz de uma distinção fundamental
Guilherme Ghizoni da Silva, O longo caminho das imagens do álbum - um estudo acerca do 
papel do tempo nas "Investigações Filosóficas"
   
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Colecao CLE: Volume 54 - Dimensions of Logical Concepts

Dimensions of Logical Concepts

Edited by Jean-Yves Béziau and Alexandre Costa-Leite

Parte I - Philosophical
Mark Jago, Rethinking epistemic logic
Jean-Louis Hudry, Kripke's mathematical theory of truth
Mark Weinstein, A metamathematical model of emerging truth
Hartley Slater, A poor concept script
Michael Groneberg, Logic is tripartite: A defence of non-bivalence
Part II - Foundational and Historical
Anne-Françoise Schmid, Sur la controverse entre Henri Poincaré et Bertrand Russell
Timm Lampert, Undecidability reconsidered
Emilio Diaz-Estévez, Another paradox: 100 years later
Raja Natarajan, Yet another proof of Cantor's theorem
Maria Manzano & Enrique Alonso, Magical diagonalisation
Katarzyna Gan-Krzywoszy?ska, Change, development and progress: Suszko's study in 
dynamics of scientific theories
11 Catálogo de Publicações ? 2009 ? Coleção CLE
Part III - Abstract and Mathematical
Walter Carnielli, Formal polynomials and the laws of form
Richard Zuber, An algebraic characterization of logical quantifiers
Domenico Lenzi, A prime ideal free proof of the embedding theorem of implication algebras into boolean algebrasGemma
Robles & Jose M Mendez, On defining constructive negation in logics of entailment
Lília Ramalho Martins & Ana Teresa Martins Normalizable natural deduction system for complete classical S4
Jorgen Villadsen, Infinite-valued propositional type theory for semantics
Angel Nepomuceno-Fernandez, Tableaux for n-logical consequence
Fernando Soler-Toscano
   
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Colecao CLE: Volume 53 - Parte I = Auto-organização nas Ciências Exatas e Naturais

Brazilian National Identity and Self-Organization (Identidade Nacional Brasileira e Auto-Organização) 2009

I.M.L. D’Ottaviano – M.E.Q. Gonzalez (Orgs.)

Identity, a Central Theme for Debrun — Identidade, Tema Central de Debrun

The Idea of Self-organization — A Idéia de Auto-Organização

The Dynamics of Primary Self-organization — A Dinâmica da Auto-Organização Primária

Self-organization and Cognitive Sciences — Auto-organização e Ciências Cognitivas

Interview given by Michel Debrun to Eustáquio Gomes (Jornal da Unicamp) — Entrevista concedida por Michel Debrun a Eustáquio Gomes (Jornal da Unicamp)

   
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Colecao CLE: Volume 52 - Parte I = Auto-organização nas Ciências Exatas e Naturais

Parte I – Auto-organização nas Ciências Exatas e Naturais

E. Bresciani Filho – I.M.L. D’Ottaviano – M.E.Q. Gonzalez – G.M. Souza (Orgs.)

Maria Luisa Bissoto

Das (Im)possibilidades da Relação Informação-Auto-organização: uma perspectiva de análise

Ricardo Pereira Tassinari

Sobre a Realidade-Totalidade como Saber Vivo e a Auto-organização do Espaço Físico

Lauro Frederico Barbosa da Silveira

O Desenvolvimento do Conceito de Tempo na Filosofia de Charles Sanders Peirce

Alfredo Pereira Jr & Maria Eunice Q. Gonzalez

O Papel das Relações Informacionais na Auto-organização Secundária

Parte II – Auto-organização nas Ciências Exatas e Naturais

Mariana Claudia Broens

Auto-organização e Ação: uma abordagem sistêmica da ação comum

Willem Ferdinand Gerardus Haselager & Maria Eunice Q. Gonzalez

Auto-organização e Autonomia

Romeu Cardoso Guimarães

Restrição e Desrestrição na Evolução Multicelular: polimorfismos protéicos em redes metabólicas

Carmen Beatriz Milidoni

A Filosofia Diante da Ciência Contemporânea

Daniel Santa Cruz Damineli & Gustavo Maia Souza

A Cognição como um Processo Auto-organizado e Auto-referente emSistemas Adaptativos Complexos

   
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Colecao CLE: Volume 51 - O Realismo Naturalista de Quine: Crença e Conhecimento sem Dogmas

Este livro de Marcos Bulcão Nascimento, O Realismo Naturalista de Quine: Crença e Conhecimento sem Dogmas, aborda com profundidade a doutrina epistemológica e ontológica de um dos maiores filósofos do século XX, se não o maior, Willard van Orman Quine. O livro é redigido com elegância, simplicidade e clareza, relacionando de modo preciso e adequado os diferentes temas que Quine abordou em dezenas de diferentes escritos, dos quais nosso autor mostra um extraordinário e extensivo conhecimento. A filosofia de Quine é extraordinariamente rica e complexa, o livro de Bulcão Nascimento vai-nos descobrindo e revelando o sentido e alcance que os textos estudados nem sempre nos exibem numa primeira abordagem, porque somente sua inserção no sistema e suas interconexões com outros textos e passagens da obra permitem sua apreensão. O que Bulcão Nascimento conseguiu mostrar-nos é que todos esses pontos doutrinais se inserem articuladamente numa totalidade doutrinária singular e una que “a partir de um empirismo sem dogmas, erige um realismo sem dogmas”. Essa é a tese fundamental e original do livro, seus vários capítulos a vão progressivamente construindo diante de nossos olhos, sua argumentação implacável acaba por persuadir-nos. Este livro é uma contribuição muito importante para o estudo e a compreensão da obra de Quine, além de também constituir uma introdução filosófica ao pensamento desse autor. É um livro de filosofia que honra a produção filosófica brasileira.

Oswaldo Porchat Pereira - Dep. de Filosofia (USP)

   
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Colecao CLE: Volume 50 - Alguns Aspectos do Pensamento Formal Homenagem a Gilles-Gaston Granger

Alguns Aspectos do Pensamento Formal Homenagem a Gilles-Gaston Granger

Arley Ramos Moreno (Org.)

José Arthur Giannotti

Objetos formais segundo mestre Granger

Joëlle Proust

Régulation, finalité et langage: tensions et extensions

Antoine Rucio

Pensée formelle et symbolisme chez Gilles-Gaston Granger

Luiz Flores Hernández

Les limites de la rationalité scientifique dans la physique

Arley Ramos Moreno

Pensamento formal e descrição dos usos das palavras: Granger e Wittgenstein

   
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Colecao CLE: Volume 49 - Wittgenstein: Aspectos Pragmáticos

Wittgenstein: Aspectos Pragmáticos

Arley R. Moreno (Org.)

Antonia Soulez

Quand Tout un Monde se Réfléchit dans une Petite Phrase Musicale

Arley Ramos Moreno

Pensamento e Realidade: em direção a uma pragmática filosófica

Cristiane Maria Cornelia Gottschalk

Três Concepções de Significado na Matemática: Bloor, Granger e Wittgenstein

Horacio L. Martinez

As Noções de “Weltbild” e “Weltanschauung” em Wittgenstein

Michael A. Soubbotnik

Gramática dos Conceitos e Operações sobre as Noções: a “Übersicht” wittgensteiniana e a lingüística das operações enunciativas de Antoine Culioli

Paulo Oliveira

Wittgenstein e Problemas da Tradução

   
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Colecao CLE: Volume 48 - Mario Tourasse Teixeira

Mario Tourasse Teixeira
O Homem, o Educador, o Matemático

Romélia Mara Alves Souto

A história contada neste volume trata da vida e da obra do Prof. Mario Tourasse Teixeira (1925-1993), apresentando-o como incentivador da atividade matemática e como precursor do movimento de Educação Matemática que teve origem em Rio Claro, nos anos 1970. A partir das compreensões e explicações alcançadas após inúmeras visitas, seguidas sempre de minuciosos interrogatórios, aos mais diversos testemunhos, apresentamos ao leitor uma biografia com base no desvelamento das faces do homem, do educador e do matemático Mario Tourasse Teixeira.

   
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Colecao CLE: Volume 47 - Materialismo e Evolucionismo

Materialismo e Evolucionismo
Epistemologia e História dos Conceitos

Joaquim Quartim de Moraes (org.)


Parte 1 – Materialismo e Evolucionismo

Lilian Al-Chueyr Pereira Martins

Lamarck, Evolução Orgânica e Materialismo: algumas relações

Gustavo Caponi

El Materialismo Anómalo de Charles Darwin

Carlos A. Dória

A (Teo)lógica da Passagem: o “missing link” da evolução humana visto a partir de Ernst Haeckel e Charles Darwin


Parte 2 – Tópicos da História da Filosofia Materialista


Maurício Vieira Martins

Materialismo e Subjetividade: estudando a posição de Marx

João Quartim de Moraes

O Vazio e o Encontro no Materialismo Antigo

Silvio Seno Chibeni

Locke e o Materialismo

Henrique Segall Nascimento Campos

A confirmação da Realidade Externa ao Sujeito no “Tratado das Sensações” de Etienne de Condillac


Apêndice


Patrick Tort

Darwin, Eslabón Perdido y Encontrado del Materialismo de Marx

Item esgotado

Colecao CLE: Volume 46 - História da Matemática (2)

Rubens Gouvêa Lintz

História da Matemática, Volume 2

Prefácio Introdução Capítulo 1 – A Pré-história da Matemática Ocidental 1. Origem e Formação das Idéias Básicas da Mate­mática Ocidental
          1. Os Povos Germânicos
          2. Esboço das Idéias Matemáticas na Europa nos Séculos V a VIII
          3. A Era do Gótico
          4. A Era da Pintura
2. Os Primórdios do Estágio de Ornamentação Pri­mitiva da Matemática Ocidental
  1. Matemática, Astronomia e Ciência Experimental
  2. Os Precursores do Cálculo Diferencial e Integral
Capítulo 2 – A Matemática Ocidental como Ornamen­tação Primitiva 1. Ouverture
  1. A Aurora da Matemática Ocidental como Orna­mentação Primitiva
  2. A Era da Música
2. As Origens do Cálculo e seu Desenvolvimento Inicial
  1. A Era de Newton e Leibniz
  2. A Família Bernouilli
3. Desenvolvimento e Fim da Matemática Ocidental como Ornamentação Primitiva
  1. As Estruturas Econômico-político-sociais do Século XVIII e a Música como Forma Caracterís­tica
  2. Leonardo Euler
  3. Joseph Louis Lagrange
  4. Laplace e seus Contemporâneos
Capítulo 3 – A Matemática Ocidental como Arte 1. Período de Transição
  1. Evolução das Formas Políticas e Sócio-econô­mi­cas no Século XIX
  2. Os Principais Matemáticos de Fins do Século XVIII até Meados do Século XIX
  3. A Época de Gauss e Riemann
2. O Início do Estágio de Arte da Matemática Ocidental
  1. A Pintura e a Música no Ocidente durante os Séculos XIX e XX
  2. A Geometria e a Física no Século XIX
3. O Estágio de Arte da Matemática Ocidental
  1. O Materialismo do Século XX
  2. Os Números Reais e os Principais Matemáticos do Fim do Século XIX e Início do Século XX
  3. O Desenvolvimento da Análise Funcional
  4. Lógica e Fundamentos da Matemática
  5. Finale
Capítulo 4 – Visão Panorâmica sobre o Desenvolvi­mento da Matemática no Brasil
  1. As Escolas Religiosas no Brasil Colônia
  2. A Criação da Academia Real Militar
  3. A Fundação da Universidade de São Paulo
  4. As Contribuições de Matemáticos Estrangeiros
  5. Os Estudos Pós-graduados em Matemática a partir da Universidade de São Paulo
  6. O Colóquio Brasileiro de Matemática
Item esgotado

Colecao CLE: Volume 45 - História da Matemática (1)

Rubens Gouvêa Lintz

História da Matemática, Volume 1, Segunda Edição

Neste trabalho, em dois volumes, é apresentado um estudo da História da Matemática sob um ângulo diferente do usual na literatura. Escrito num estilo bastante original e com um discurso científico rigoroso, o texto é pontuado por observações e comentários cheios de humor. Neste primeiro volume, é estudada a História da Matemática nas culturas grega e árabe, procurando recompor o pensamento peculiar a cada uma delas, em vez de serem encaradas apenas sob o prisma do pensamento da cultura ocidental. Esta obra reúne competência e criatividade, apresentando uma análise do conhecimento matemático num enfoque cultural e político. Sua publicação é mais uma contribuição significativa do CLE à cultura acadêmica, reconhecendo e divulgando a obra de um dos mais destacados intelectuais brasileiros.



Prefácio à Primeira Edição Prefácio à Segunda Edição Introdução
  1. Fundamentos de Filosofia da História
  2. Conversações com o Eremita
Capítulo 1 – A Matemática na Cultura Grega
  1. Número, Mito e Espaço Plástico
  2. A Matemática como Ornamentação Primitiva
  3. A Matemática como Arte
  4. A Matemática como Ornamentação Posterior
Apêndices ao Capítulo 1
  1. Apêndice 1 – Problemas Famosos da Matemática Grega
  2. Apêndice 2 – A Matemática e a Tecnologia em Roma
Capítulo 2 – A Matemática na Cultura Arábica
  1. Número e Mito
  2. O Número como Ornamentação Primitiva
  3. A Matemática como Arte
  4. A Matemática como Ornamentação Posteriors
   
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Colecao CLE: Volume 44 - 2006

João de Fernandes Teixeira

Filosofia da Mente e Inteligência Artificial, Segunda Edição

O aparecimento da Ciência Cognitiva e da Inteligência Artificial, nas últimas décadas, tem trazido uma constante inquietação para os filósofos da mente que têm questionado, incessantemente, a possibilidade de sistemas artificiais replicarem a vida mental humana. Neste livro, o autor aborda um dos aspectos centrais deste problema, investigando a natureza das representações mentais. Dividido em cinco ensaios que podem ser lidos de maneira independente, o problema da representação mental é examinado em suas várias ramificações, ao mesmo tempo em que são lançadas as bases para um nova teoria da intencionalidade fundamentada em conceitos biológicos. Dirigida não apenas para um público de especialistas, esta obra é de interesse para os filósofos, psicólogos, cientistas da computação e áreas afins.



Capítulo 1 – Robots, Intencionalidade e Inteligência Artificial Capítulo 2 – A Máquina de Enxergar Capítulo 3 – Autolocomoção e Intencionalidade Capítulo 4 – Inteligência Artificial e Caça aos Andróides
  1. A perspectiva evolucionária
  2. O argumento da réplica e a caça aos andróides
  3. Especulando algumas soluções
  4. O caminho para uma solução
  5. Conclusão
Capítulo 5 – O Físico e o Mental: Inteligência Artificial e o Problema Mente-cérebro
  1. Ryle e a análise lingüística da mente
  2. A teoria da Identidade e a Lei de Leibniz
  3. Rorty e o materialismo eliminativo
   
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Preço: R$20,00

Colecao CLE: Volume 43 - Wittgenstein - 2006

Wittgenstein – Ética – Estética – Epistemologia Paulo Roberto Margutti Pinto - A Questão do Sujeito Transcendental em Wittgenstein
Darlei Dall’Agnol -Jogos Morais de Linguagem
Eduardo Gomes de Siqueira - Sobre Música: por uma Gramática dos Sons em Wittgenstein
Sílvia Faustino - Sobre o Leito do Rio dos Pensamentos
Guido Imaguire - A Filosofia da Matemática de Wittgenstein para além do Platonismo e do Nominalismo
Arley Ramos Moreno - Lógica, Linguagem, Pragmática: reflexões sobre forma e conteúdo

Item esgotado

Colecao CLE: Volume 42 - 2005

Oswaldo Chateaubriand" TITULO="Logical Forms (Part II) – Logic, Language and Knowledge"/> Two questions that preoccupied me in the seventies motivated me to write this book. (1) What is the relation between a statement (sentence, proposition) and reality? (2) What is the fundamental character of logic? Part I develops an answer to (1) and Part II develops an answer to (2). The Introduction and Chapter 1 give an outline of these answers. As I worked on the book, however, more and more of my life’s experience teaching and researching questions of philosophy of logic, philosophy of mathematics and philosophy of language became relevant to the subjects that I was discussing. So, the outcome is not just an attempt to answer questions (1) and (2), but is also, and perhaps primarily, a formulation of a working philosophical viewpoint. My viewpoint is essentially realist and metaphysical, influenced to a very large extent by works of Plato, Aristotle, Frege, Russell, Gödel and Hardy, among others. My aim in the book is to develop some aspects of this viewpoint. Evidently, since I touch upon many different issues, it is not possible to pursue them all in detail, and I will have to do that in other writings. Nevertheless, I think that my answers to questions (1) and (2) are developed in sufficient detail to serve as a basis for discussion. In “Mathematical Proof” Hardy classifies philosophies as sympathetic and unsympathetic, tenable and untenable. I hope that some readers will find the kind of view that I develop here as sympathetic as I do, and I hope to show that it is at least as tenable as other views currently in vogue. Contents:

  • Additional remarks and acknowledgments for Part II
  • Chapter 13: Language, meaning, and reference
  • Chapter 14: Syntax and semantics
  • Chapter 15: Grammar and logical form
  • Chapter 16: Propositional logic
  • Chapter 17: Predicate logic
  • Chapter 18: Grammar and logical truth
  • Chapter 19: Proof and logical deduction
  • Chapter 20: Proof and Proving
  • Chapter 21: Proof and truth
  • Chapter 22: The tyranny of belief
  • Chapter 23: Ockham's razor
  • Chapter 24: Knowledge and justification
  • Chapter 25: Logic and knowledge
  • Epiloque: Plato, Zeno, Parmenides, and Frege
  • Bibliographical references (Part II)
  • Index of names (Part I)
  • Index of names (Part II)
  • Errata to Logical Forms (Part I)
Item esgotado

Colecao CLE: Volume 41 - 2005

Zeljko Loparic

A Semântica Transcendental de Kant.

O presente volume da Coleção CLE oferece a tradução, parcialmente reescrita, da Parte I da tese de doutorado de Zeljko Loparic, defendida na Universidade Católica de Louvain, em 1982, sob o título Scientific Problem-Solving in Kant and Mach. Nessa parte, a primeira Crítica é interpretada como teoria da solubilidade de problemas necessários da razão pura teórica – necessários porque impostos pela sua própria natureza, mais precisamente, pelo postulado lógico que pede seja encontrada, para cada dado empírico condicionado, a totalidade absoluta de suas condições. A solubilidade desses – problemas tal é a proposição central defendida – é baseada numa semântica a priori dos conceitos puros do entendimento e das idéias da razão. Nota: 3ª edição, revista
   
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Colecao CLE: Volume 40 - 2005

Newton Bernardes

Introdução à teoria da relatividade com aplicações à física nuclear

Este livro representa um curso de Introdução à Mecânica Relativística ministrado a alunos do Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiróz da Universidade de São Paulo. Hoje, quando a Teoria da Relatividade completa cem anos, optamos por introduzir ligeiras modificações na sua apresentação. Assim, o caminho histórico da Relatividade a partir de fenômenos ópticos foi abandonado. Aqui, a Teoria é exposta em duas partes: na primeira parte, mostramos que a estruturação de uma teoria que envolve um entrelaçamento de idéias e fatos aparentemente independentes. A Ciência envolve descobertas e invenções que, além de importantes, são necessárias. A segunda parte trata do desenvolvimento da Dinâmica dos Sistemas, onde tentamos esclarecer dois pontos freqüentemente obscuros: 1) os parâmetros dinâmicos dos sistemas, tais como massa de repouso e 2) a exatidão da chamada Relatividade Restrita, ou Especial, mesmo em casos onde existe interação.

   
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Preço: R$25,00

Colecao CLE: Volume 39 - 2004

Hércules A. Feitosa e Frank T. Sautter

Lógica: teoria, aplicações e reflexões

O presente volume da Coleção CLE é fruto do trabalho de investigadores organizados a partir do Grupo de Trabalho de Lógica, vinculado à Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia (ANPOF). Os ensaios desta coletânea foram inicialmente apresentados na forma de comunicação oral e discutidos em Encontros Nacionais da ANPOF, em Encontros da Sociedade Brasileira de Lógica, nos Simpósios Internacionais Principia e em Encontros Regulares do Grupo de Pesquisa em Lógica Teórica e Aplicada do CLE. Os artigos refletem uma variedade de interesses, embora haja alguma preponderância de trabalhos na área das lógicas nãoclássicas. Apresentamos, abaixo, a relação dos artigos. Parte 1. Lógica Teórica
  1. Rodolfo Ertola Biraben, Constructive logic and mathematical induction
  2. Marcelo E. Coniglio, Cristina Sernadas, A Hilbert-style axiomatization of higher-order intuitionistic logic
  3. Hércules de Araújo Feitosa, Itala M.L. D’Ottaviano, Um olhar algébrico sobre as traduções intuicionistas
  4. Frank Thomas Sauter, Lewis Carroll e a pré-história das árvores de refutação
Parte 2. Lógica Aplicada
  1. Denise M.M. da Cunha, Marcelo E. Coniglio, Walter A. Carnielli, An incoherence in the AGM theory
  2. Maria Cláudia Cabrini Grácio, Uma lógica para o plausível
  3. Décio Krause, A metafísica dos quanta: implicações lógicas
Parte 3. Filosofia da Lógica
  1. Jean-Yves Béziau, What is the principle of identity? (Identity, congruence and logic)
  2. Geraldo Gelowate, Décio Krause, Antonio M.N. Coelho, Observações sobre a neutralidade ontológica da matemática.
  3. Garibaldi Monteiro Sarmento, Leonardo Weber Castor de Lima, O que é um critério tarskiano de verdade
   
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Colecao CLE: Volume 38 - 2004

Gustavo Maia Souza, Itala M. Loffredo D’Ottaviano e Maria E. Quilici Gonzales (org.)

Autoorganização: estudos interdisciplinares

Este livro, dando continuidade aos volumes anteriores, tem como tema central de investigação questões fundamentais sobre a natureza dos processos de autoorganização que se encontram presentes nos vários eventos e atividades que nos constituem e nos cercam. Um dos aspectos inovadores desse livro consiste em que tais investigações são realizadas a partir de uma perspectiva interdisciplinar, que envolve a filosofia, a lógica, a neurociência, a música, a engenharia, a biologia e a psicologia, entre outras. Os textos são apresentados em três grupos: auto-organização na biologia, o papel da autoorganização na percepção e ação humana e autoorganização e as teorias da informação e dos sistemas, conforme descritos abaixo: Parte I – Auto-organização na Biologia
  1. Alfredo Pereira Jr., Lucia M. Paleari, Felipe A.P.L. Costa & Romeu Cardoso Guimarães, Evolução biológica e auto-organização: apresentando, discutindo e exemplificado uma proposta teórica
  2. Angelo Gilberto Manzatto, Auto-organização, hierarquia e resiliência em ecologia
  3. Gustavo Maia Souza & Ricardo Ferraz de Oliveira, Estabilidade e complexidade em sistemas biológicos
Parte II – O Papel da Auto-organização na Percepção e Ação Humana
  1. Ana Maria Pellegrini & Pedro Fernando V. Felicio, Os hábitos na vida diária: pressupostos organizacionais
  2. Mariana C. Broens, Sujeito e auto-organização
  3. Lauro Frederico Barbosa da Silveira, Pragmatismo e o princípio da continuidade no Cosmos auto-organizado
  4. Ricardo Pereira Tassinari & Márcio Augusto Vicente de Carvalho, Sobre teorias físicas da auto-organização intencional: uma análise a partir da proposta de Henri Atlan
  5. Willem (Pim) F.G. Haselager, Auto-organização e comportamento comum: opções e problemas
Parte III – Auto-organização e as Teorias da Informação e dos Sistemas
  1. Ettore Bresciani Filho & Itala Maria Loffredo D'Ottaviano, Sistema dinâmico caótico e auto-organização
  2. Carmen P. C. Prado, Uma introdução ao conceito de criticalidade auto-organizada
  3. Carmen Beatriz Milidoni, Maria Eunice Q. Gonzales e Mariana C. Broens, Informação e percepção no modelo de mente do “Projeto” freudiano
  4. L.H.A. Monteiro & S.M.D. Stump, Teoria da informação e complexidade musical ou “como compor uma música de sucesso”
   
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Preço: R$30,00

Colecao CLE: Volume 37 - 2003

Marta Sagastume

Gabriel Baum e Guillermo Martínes (Colaboración), Problemas, Lenguajes y Algoritmos

La primera edición de este libro fue escrita para la primera Escuela Brasilero-Argentina de Informática como texto del curso “Teoría de la Computación”. Esta segunda edición ampliada recoge experiencias en el dictado de diversos cursos de Lenguajes Formales y Autómatas y de Computabilidad y Complejidad en universidades argentinas. El material presentado aquí esta dirigido a alumnos de los últimos años de carreras de Ciencias de la Computación o a graduados que deseen introducirse en el tema. En el Capítulo I se presentan los autómatas finitos, a pila, las máquinas de Turing y la correspondiente jerarquía de Chomsky de gramáticas. Se estudian las formas normales de Chomsky y de Greibach para las libres de contexto. Se prueba la equivalencia de los autómatas finitos con los lenguajes regulares y se demuestra el teorema que define, si existe, el autómata finito mínimo. Se introducen finalmente las redes de Petri que modelizan procesos concurrentes. El objetivo del Capítulo II es mostrar las limitaciones de la calculabilidad efectiva. Se presentan los resultados clásicos principales de esta teoría y la idea básica del teorema de incompletitud de Gödel. Se demuestra el llamado “pumping lemma” para los lenguajes de tipo 2 y 3. Se analizan cuatro problemas de decisión relacionados con lenguajes. Se da al final un ejemplo de problema indecidible relativo a redes de Petri. En el Capítulo III se presentan las funciones recursivas parciales y los algoritmos de Markov como modelos de calculabilidad alternativas a la máquina de Turing. Se hace uso de un subconjunto de un lenguaje de programación de tipo PASCAL como herramienta para facilitar los razonamientos. Se dan pruebas informales de la equivalencia entre los tres modelos. La idea básica del Capítulo IV es introducir la noción de complejidad de un algoritmo y presentar la clase de problemas NP-completos. Los dos primeros Capítulos fueron escritos por M. Sagastume y los dos últimos por G. Baum. A eso se debe la diferencia de estilos entre la primera y segunda parte del texto. Se incluyen también tres apéndices de Guillermo Martínez, el primero de los cuales es el resumen de un cursillo que dictó en la UNS (Bahía Blanca, Argentina) sobre computabilidad, complejidad y teoremas de Gödel, que profundiza nociones y resultados básicos de este libro. El segundo y el tercero son comentarios de libros aparecidas en diarios de Bs. As.: El último teorema de Fermat, de Simon Singh, y el de la última edición de Leyendo a Euclides, de Bepo Levi.

   
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Colecao CLE: Volume 36 - 2003

Michael B. Wrigley e Plínio J. Smith (orgs.)

O filósofo e sua história: uma homenagem a Oswaldo Porchat

Parte 1: A obra de Porchat: uma discussão crítica

        1. Oswaldo Porchat, Discurso de Professor Emérito da FFLCH-USP;
        2. José Arthur Giannotti, Oswaldo Porchat de Assis Pereira da Silva - Professor Emérito;
        3. Luiz Antonio Alves Eva, Filosofia da Visão Comum do Mundo e Neopirronismo: Pascal ou Montaigne?;
        4. Roberto Bolzani Filho, Oswaldo Porchat, a filosofia e algumas “necessidades de essência”;
        5. Roberto Horácio de Sá Pereira, Dogma versus Fenômeno: Neopirronismo ou Transcendentalismo?

Parte 2: Em torno de Aristóteles

  1. Alberto Alonso Muñoz, O Aristóteles de Porchat: dogmatismo, ceticismo e história dos sistemas filosóficos;
  2. Balthazar Barbosa Filho, Nota sobre a Contingência: Boécio, comentador de Aristóteles;
  3. Bento Prado Jr., Aristóteles: Dialética, Ciência e Metafísica;
  4. Lucas Angioni, Aristóteles e o Uso da Matemática nas Ciências da Natureza;
  5. Marco Antonio Zingano, Agir Secundum Rationem ou Cum Ratione?
Parte 3: Ceticismo e Filosofia Moderna
  1. Carlos Alberto Ribeiro de Moura, Leibniz, a liberdade e os possíveis;
  2. João Paulo Monteiro, Indução: respostas darwinianas;
  3. José Raimundo de Maia Neto, Descartes cético;
  4. Livia Guimarães, Reta razão e sólida filosofia: Glanville contra o saduceu moderno;
  5. Paulo Margutti, Aspectos da visão filosófica de mundo no Brasil do Período Barroco (1601-1768);
  6. Plínio Junqueira Smith, As respostas de Kant ao ceticismo cartesiano;
  7. Raul Landim, A crítica kantiana à versão cartesiana do Argumento Ontológico;
  8. Guido de Almeida, O ceticismo estético e a “dedução” kantiana dos juízos de gosto;
  9. Zeljko Loparic, O problema fundamental da semântica jurídica de Kant.
Item esgotado

Colecao CLE: Volume 35 - 2002

João Carlos Salles Pires da Silva

A gramática das cores em Wittgenstein.

O objeto deste livro é a gramática das cores na obra de Ludwig Wittgenstein (1889-1951). Dirige-se, portanto, às relações internas entre cores e não às relações externas entre pigmentos, raios luminosos, processos retinianos, que interessariam precipuamente a físicos, fisiólogos ou psicólogos. Assim, enquanto estudo sobre uma investigação filosófico-gramatical, sua atenção se volta para o uso normativo de palavras descritivas da experiência cromática, perfazendo tal uso uma tarefa característica de uma fenomenologia, à medida que seu alvo são as condições de sentido e não a verdade da percepção. O modo original de Wittgenstein de tratar a identidade da cor logra definir-se apenas em um percurso extenso, cujos pólos são, por um lado, a tentativa de resolver, de 1929 a 1932, um impasse contido no Tractatus (explicitamente, no aforismo 6.3751) e, por outro, a sofisticada composição final das Bemerkungen über die Farben, em 1950. Desse modo, o tema das cores coincide com a trama mais profunda da obra, tendo inclusive servido à maturação ou introdução de conceitos que lhe são essenciais. E, sem dúvida, os resultados específicos dessa investigação gramatical podem iluminar questões centrais da filosofia de Wittgenstein, como a natureza das relações internas e da necessidade, a autonomia da gramática e a relação entre jogos de linguagem e formas de vida. Assim, mais que uma alegoria, a cor é exemplo (e privilegiado) do movimento da obra inteira.
   
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Colecao CLE: Volume 34 - 2001

Oswaldo Chateaubriand, Logical Forms (Part I)

Truth and Description

Two questions that preoccupied me in the seventies motivated me to write this book. (1) What is the relation between a statement and reality? (2) What is the fundamental character of logic? As I worked on the book, however, more and more of my life’s experience teaching and reserching questions of philosophy of logic, philosophy of mathematics and philosophy of language became relevant to the subjects that I was discussing. So,the outcome is not just an attempt to answer questions (1) and (2), but is also, and perhaps primarily, a formulation of a working philosophical viewpoint. My viewpoint is essentially realist and metaphysical, influenced to a very large extent by works of Plato, Aristotle, Frege, Russell, Gödel and Hardy, among others. My aim in the book is to develop some aspects of this viewpoint. In “Mathematical Proof” Hardy classifies philosophies as sympathetic and unsympathetic, tenable and untenable. I hope that some readers will find the kind of view that I develop here as sympathetic as I do, and I hope to show that it is at least as tenable as other views currently in vogue.
   
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Colecao CLE: Volume 33 - 2001

Luiz Henrique Dutra

A Epistemologia de Claude Bernard

Este livro procura apresentar Claude Bernard (1831-1878) como um epistemólogo, diferindo, portanto, da grande maioria dos trabalhos sobre esse autor. Contemporâneo de Pasteur e discípulo de Magendie, Bernard se insere na tradição científica francesa que remonta a Lavoisier e Laplace. Foi premiado duas vezes pela Academia de Paris por seus trabalhos, uma delas pela descoberta da função glicogênica do fígado. Bernard é pai da fisiologia moderna e o responsável por algumas das principais noções desta disciplina, como as de meio interno e secreção interna. Sua influência sobre os destinos da fisiologia se estende ao século XX, através de seus discípulos, em especial Brown-Séquard, no campo da endocrinologia. Ao lado de suas descobertas e de suas realizações teóricas relevantes na área de biologia, às quais se soma a unificação da zoologia e da botânica, Bernard possui diversas reflexões sobre os próprios fundamentos da medicina e da biologia, em particular da fisiologia experimental, e das ciências e do saber humano em geral. São essas idéias epistemológicas que este livro procura apresentar e reconstituir, em um esquema geral que as torna comparáveis com aquelas de filósofos profissionais. Bernard antecipa muitas das discussões dos filósofos da ciência do século XX.
   
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Colecao CLE: Volume 32 - 2001

Márcio K.F. Pereira

Sintaxe e Semântica Universais

O presente livro tem por objetivo expor e comentar os principais aspectos da proposta de uma gramática universal, conforme concebida pelo filósofo contemporâneo Richard Montague, bem como ilustrar essa proposta com aplicações a dois fragmentos declarativos de uma língua natural (a saber, o português). As aplicações que constam em nosso livro são uma adaptação dos resultados de aplicações similares a fragmentos do inglês feitas pelo próprio Montague. Distinguem-se uma da outra pela estratégia de interpretação semântica empregada nos dois casos.
   
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Colecao CLE: Volume 31 - 2001

Michel Debrun

Gramsci: filosofia, política e Bom-Senso.

Edição conjunta do Centro de Lógica e Editora da Unicamp.
Item esgotado

Colecao CLE: Volume 30 - 2000

Itala M.L. D’Ottaviano & Maria E.Q. Gonzáles

Autoorganização: Estudos Interdisciplinares.

Novamente, livro que trata da Auto-organização. Diferentes definições têm sido dadas para essa idéia, que corresponde a uma intuição vaga e excitante de que novas estruturas podem emergir, se desenvolver ou se reordenar essencialmente a partir delas próprias. Será mesmo que existe algo como “auto-organização”, que não seja justificável a partir das modalidades correntes da explicação? O leitor é convidado a desvendar este mistério a partir de sua própria área de conhecimento. Desta feita, quatorze artigos são apresentados, percorrendo as mais diversas áreas: Parte I – Estudos de Auto-organização no Contexto da Ação e do Pensamento Humano.
  1. Renato Schaeffer, Auto-organização na Ação Humana e o Naturalismo Esclarecido: O Modelo de Michel Debrun.
  2. Ana M. Pellegrini, O Papel da Atenção no Comportamento Motor: o Processo de Autoorganização em Destaque.
  3. Maria E.Q. Gonzáles, Mariana C. Broens & Julia Serzedello, Auto-organização, Autonomia e Identidade Pessoal.
  4. Carmen B. Milidoni & Eberth E. dos Santos, O ‘Eu’ do Projeto Freudiano na Perspectiva da Autoorganização.
  5. Jônatas Manzolli, Maria E.Q. Gonzáles & Paul Vershure, Auto-organização, Criatividade e Cognição.
Parte II – Estudos da Auto-organização no Contexto dos Seres Vivos.
  1. Alfredo Pereira. Jr. & Armando Rocha, Coerência, Entropia e Consciência.
  2. Gustavo M. Souza & Ângelo G. Manzatto, Hierarquia Auto-organizada em Sistemas Biológicos.
  3. Vera M.F. de Lima, Estruturas Dissipativas e Autoorganização Cerebral.
  4. Carlos H.C. Moreira, Romeu C. Guimarães & Ana R. Teixeira, Modelagem Hipercíclica da Geração do Código Genético.
  5. Luiz H.A. Monteiro & José R.C. Piqueira, O que Orienta a Evolução Biológica?
  6. Romeu C. Guimarães & Carlos H.C. Moreira, O Conceito Sistêmico de Gene – uma Década Depois.
Parte III – Estudos de Auto-organização no Contexto Geral do Universo.
  1. Ettore B. Filho & Itala M.L. D’Ottaviano, Conceitos Básicos de Sistêmica.
  2. Iulo Brandão, A Posição Exata da Questão da Forma.
  3. Lauro F.B. da Silveira, A Lei em um Universo em Evolução.
Item esgotado

Colecao CLE: Volume 29 - 2000

Zeljko Loparic

A Semântica Transcendental de Kant.

O presente volume da Coleção CLE oferece a tradução, parcialmente reescrita, da Parte I da tese de doutorado de Zeljko Loparic, defendida na Universidade Católica de Louvain, em 1982, sob o título Scientific Problem-Solving in Kant and Mach. Nessa parte, a primeira Crítica é interpretada como teoria da solubilidade de problemas necessários da razão pura teórica – necessários porque impostos pela sua própria natureza, mais precisamente, pelo postulado lógico que pede seja encontrada, para cada dado empírico condicionado, a totalidade absoluta de suas condições. A solubilidade desses problemas – tal é a proposição central defendida – é baseada numa semântica a priori dos conceitos puros do entendimento e das idéias da razão.
   
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Colecao CLE: Volume 28 - 1999

Osmyr Faria Gabbi Jr. (Org.)

Fundamentos da Psicanálise – Pensamento, Linguagem, Realidade e Angústia.

A psicanálise atrai diversos tipos de pesquisadores. São psicólogos, psiquiatras, filósofos, literatos, sociólogos, historiadores, etc., para não mencionar aqueles que se denominam psicanalistas e que pertencem às mais diferentes correntes. A enorme variedade de formações talvez seja responsável pela absoluta diversidade de interpretações propostas para a teoria criada por Freud. No interior deste verdadeiro cipoal interpretativo, os ensaios que se seguem pretendem oferecer aos seus possíveis leitores uma pequena amostra de uma forma de trabalhar a obra de Freud, desenvolvida na Universidade de São Paulo e na Universidade Estadual de Campinas, durante um certo período, em programas de pós-graduação em filosofia.
Item esgotado

Colecao CLE: Volume 27 - 1999

Olival Freire Jr.

David Bohm e a Controvérsia dos Quanta.

Controvérsias são mais inerentes à atividade científica do que usualmente se pensa, e nem sempre os resultados das experiências podem decidi-las. Este livro é dedicado à análise de uma singular coexistência entre uma controvérsia prolongada e inconclusa e um desenvolvimento próprio de uma ciência ‘normal’ envolvendo uma das teorias que revolucionaram a física do século XX. O livro examina a natureza do debate quântico nos anos 1950 e 1960, marcado de maneira preponderante pelos trabalhos de David Bohm e, na segunda metade dos anos 60, pelos de J.S. Bell, bem como a mudança na ênfase do determinismo versus indeterminismo para o problema da localidade versus não-localidade. Ele analisa em especial a evolução do pensamento de David Bohm, no qual se encontra de maneira significativa os termos da mudança ocorrida. O livro mostra o interesse genuíno e o impacto intelectual da sua primeira teoria, de 1952, tanto nos aspectos ligados à física teórica, em especial da sua consistência e equivalência empírica com a teoria quântica usual, quanto nos aspectos epistemológicos, nos quais estão presentes questões ideológicas e políticas do período, em uma interligação complexa. Ele relaciona a análise interna (questões científico-conceituais) com a análise externa (história das idéias e história social). Uma de suas conclusões, relativa à recepção desta teoria, aponta a maior influência dos fatores internos do que dos externos, contribuindo para esclarecer aspectos da relação entre ciência e ideologia. É igualmente analisada a fase ulterior do pensamento de Bohm, marcada pela idéia de “totalidade”. O tema relaciona-se também com a história das ciências no Brasil, pela estada de Bohm na USP entre 1951 e 1955. O livro evidencia o enraizamento do seu trabalho nas interações com físicos brasileiros, como Tiomno e Schönberg, e estrangeiros que aqui estiveram, como Feynman, Rosenfeld, Vigier e Bunge.
Item esgotado

Colecao CLE: Volume 26 - 1999

Newton Bernardes

Termodinâmica, Linguagem e Indeterminação.

Este livro representa parte de um curso sobre Termodinâmica ministrado a alunos do Instituto de Física da Universidade de São Paulo por volta de 1990. Nele, a termodinâmica é encarada como um assunto não redutível à mecânica baseado numa linguagem que contém, entre outros, os conceitos de volume, pressão, temperatura, ao contrário da Mecânica Estatística. Analisando a linguagem e os processos de medição desses conceitos, chega-se ao conceito de incompatibilidade, algo semelhante à idéia de Niels Bohr na Mecânica Quântica, e conseqüentemente às idéias de complementaridade entre variáveis conjugadas. Assim, é desenvolvida uma teoria generalizada que inclui, além de flutuações nas variáveis termodinâmicas, relações de incerteza entre pares de variáveis conjugadas
   
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Colecao CLE: Volume 25 - 1999

Otávio Bueno

O empirismo construtivo: uma reformulação e defesa.

Neste trabalho, Otávio Bueno apresenta uma reformulação e defesa do empirismo construtivo. Trata-se de uma alternativa proposta por Bas van Fraassen às concepções realistas da ciência, construída de modo a mostrar a viabilidade do empirismo, desde que liberto das amarrras lingüísticas que o positivismo lógico lhe conferiu. Para tanto, adotando a teoria da ciência de José Chiappin, Bueno discute como o empirismo construtivo pode considerar quatro problemas básicos: (1) o problema da estrutura das teorias científicas, (2) da relação entre teoria e evidência, (3) da dinâmica do conhecimento científico, e (4) do estatuto cognitivo da ciência. Sua estratégia consiste inicialmente em apresentar os principais componentes da proposta de Van Fraassen; em particular, o modo como este emprega a abordagem semântica para examinar o problema da estrutura das teorias científicas. A seguir, empregando os conceitos de estrutura parcial e verdade pragmática (ou quase-verdade), desenvolvidos por Newton da Costa e Steven French, Bueno formula novas estratégias para estender e reforçar a posição empirista construtiva, examinando sob nova óptica os problemas da adequação empírica e da mudança científica. Além de responder a possíveis objeções à posição empirista quanto ao estatuto cognitivo da ciência, ele sugere ainda possíveis desdobramentos em direção a uma concepção empirista construtiva da matemática. O resultado obtido, uma nova versão do empirismo construtivo, é denominado empirismo estrutural.
   
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Colecao CLE: Volume 24 - 1999

Vera Lúcia Blum

O estatuto das entidades metapsicológicas à luz da teoria kantiana das idéias.

Neste trabalho focaliza-se o estatuto cognitivo dos conceitos metapsicológicos, especialmente os conceitos energéticos, segundo a teoria das idéias de Kant. O propósito é abordar a questão da justificação da metapsicologia através da concepção heurística de pesquisa científica. Segundo o presente estudo, a interpretação da metapsicologia como teoria explicativo-causal parece ser equivocada. Ao afirmar que as hipóteses relativas à estrutura e funcionamento do aparelho psíquico são aproximações por meio de analogias da realidade incognoscível, Freud se desobriga de qualquer compromisso ontológico com as entidades que postula. Por conseguinte, o mero uso da terminologia fisicalista não implica na afirmação da existência absoluta dos referentes lingüísticos. Procura-se mostrar como o conceito de pulsão adquire conteúdo intuitivo por meio do procedimento do esquematismo analógico.
Item esgotado

Colecao CLE: Volume 23 - 1998

Newton Carneiro da Costa; Jean-Yves Béziau; Otávio Bueno

Elementos de Teoria Paraconsistente de Conjuntos.

Desde sua criação por Newton Carneiro da Costa, a lógica paraconsistente tem se desenvolvido de forma intensa. Inicialmente, uma das principais motivações que levou Da Costa a formular esta lógica consistiu na nova perspectiva que traz para o exame dos célebres paradoxos da teoria de conjuntos. Neste livro, os autores exploram alguns aspectos desta perspectiva, fornecendo uma idéia geral da teoria paraconsistente de conjuntos, tal como desenvolvida a partir das investigações de Da Costa. Após a apresentação de diversas lógicas paraconsistentes, algumas teorias paraconsistentes de conjuntos são estudadas e suas propriedades mais importantes discutidas. Os autores examinam, então, em linhas gerais, duas aplicações dessas teorias: uma à teoria paraconsistente de modelos, outra à matemática paraconsistente (particularmente à geometria e ao cálculo infinitesimal). Nos apêndices, eles proporcionam ainda estudos sobre a história da lógica paraconsistente, breve exame de algumas de suas “implicações” filosóficas, bem como das questões que suscita acerca da própria natureza da lógica. Nota: Indicado para o prêmio “Jabuti” 1998.
Item esgotado

Colecao CLE: Volume 22 - 1998

* (VOLUME ESGOTADO) *

André Koch Torres Assis

Mecânica Relacional.

Livro que trata da Mecânica Relacional, que é uma implementação quantitativa das idéias de Leibniz, Berkeley e Mach. Ela se propõe a solucionar questões não esclarecidas suficientemente tanto pela mecânica newtoniana como pelas teorias da relatividade de Einstein. A formulação clássica da mecânica é devida a Newton, baseada nos conceitos de inércia, espaço absoluto e tempo absoluto. Newton realizou a famosa experiência do balde com água girando em relação à Terra e a interpretou como uma prova da existência do espaço absoluto. Este ponto de vista foi criticado por Leibniz, Berkeley e Mach, Como para esses autores só há movimento de matéria em relação a matéria, a concavidade da superfície da água quando gira deveria estar relacionada com os corpos distantes do universo. Para implementar tais idéias, Einstein formulou sua teoria da relatividade geral, tendo mais tarde concluído que ela não incorporava totalmente as idéias de Mach. Com a Mecânica Relacional, temos uma implementação matemática das idéias de Mach, utilizando uma lei de Weber para a gravitação e sem a necessidade dos conceitos de inércia, referenciais inerciais, espaço e tempo absoluto. Nota: Indicado para o prêmio “Jabuti” 1998.
Item esgotado

Colecao CLE: Volume 21 - 1997

Silvio S. Chibeni

Aspectos da Descrição Física da Realidade.

No presente trabalho, investigam-se certas restrições que resultados recentes da microfísica alegadamente impõem à crença realista de que a física procura descrever uma realidade objetiva, ainda quando inacessível à observação direta. Após uma análise da doutrina do realismo científico e dos principais argumentos para a incompletude da descrição quântica da realidade, empreende-se um exame detalhado dos referidos resultados de limitação. Argumenta-se no final que eles não comprometem o realismo científico propriamente dito, mas que não deixam de ter implicações filosóficas, visto que acarretam a necessidade de reformulações profundas na concepção científica da matéria, alterando destarte o referencial no qual se inserem alguns dos problemas filosóficos tradicionais.
   
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Colecao CLE: Volume 20 - 1997

Carlos A. Di Prisco

Una Introducción a la Teoría de Conjuntos y los Fundamentos de las Matemáticas.

El objetivo principal de este libro es presentar los aspectos básicos de la teoría axiomática de conjuntos haciendo hincapié en sus aspectos combinatorios. La teoría se desarrolla a partir de los axiomas de Zermelo-Fraenkel. Luego de un breve tratamiento de los sistemas numéricos básicos, números naturales, números enteros, números racionales y números reales – definidos en la teoría axiomática, se desarrolla el estudio de los números ordinales y números cardinales. El axioma de Elección es tratado junto con algunos principios equivalentes. El texto termina con una introducción a la teoría de particiones, que comienza con el Teorema de Ramsey y luego examina algunos cardinales grandes definidos mediante propiedades de particiones. Finalmente se presenta una demonstración de un teorema de Prikry y Galvin sobre conjuntos de números reales con la propiedad de Ramsey.
   
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Colecao CLE: Volume 19 - 1997

Serguei, Kara-Murza

Potencial Científico: Estructura y Problemas de Evaluación.

En este libro se propone una serie de ideas y técnicas que permiten formular y contestar las cuestiones acerca del estado actual y las tendencias de evolución de la ciencia internacional y nacional en diferentes niveles de generalización, hasta el nivel de una investigación particular sobre un tema concreto. La historia reciente, la situación actual y su evolución se presentan en un corte importante de la ciencia: en el plano de la tecnología de las investigaciones científicas, con atención centrada en el método experimental. El libro fue escrito directamente en español por el propio autor, quien, en vez de considerar la historia de la ciencia como una cadena de brillantes logros de los héroes del saber, ha elegido considerarla como la paciente y anónima labor de todo el enorme ejército de trabajadores de la ciencia.
Item esgotado

Colecao CLE: Volume 18 - 1996

Michel Debrun; M.E.Q. Gonzales; Osvaldo Pessoa Jr. (Organizadores)

Auto-organização: Estudos Interdisciplinares em Filosofia, Ciências Naturais e Humanas, e Artes.

Livro que trata da auto-organização. Diferentes definições têm sido dadas para essa idéia, que corresponde a uma intuição vaga e excitante de que novas estruturas podem emergir, se desenvolver ou se reordenar essencialmente a partir delas próprias. Será mesmo que existe algo como “auto-organização”, que não seja justificável a partir das modalidades correntes da explicação? O leitor está convidado a desvendar este mistério a partir de sua própria área de conhecimento. Dezessete artigos das mais diversas áreas são apresentados, percorrendo Filosofia, Lógica, Computação, Física, Biologia, Ciência Cognitiva, Desenvolvimento Motor, Lingüística, Psicologia, Administração e Música, e estando permeado de Ciências Sociais. Parte I – Pesquisa Filosófica sobre o Conceito de Autoorganização.
  1. Michel Debrun, A Idéia de Auto-organização.
  2. Michel Debrun, A Dinâmica de Auto-organização Primária.
Parte II – Estudos Lógicos, Matemáticos e Computacionais sobre a Auto-organização.
  1. Walter A. Carnielli, Auto-organização em Estruturas Combinatórias.
  2. Antonio M. Sette, Máquinas de Brouwer e Autoorganização.
  3. Jairo J. da Silva, Informação e Auto-organização.
  4. Osvaldo Pessoa Jr, Medidas Sistêmicas e Organização.
Parte III – Auto-organização nas Ciências Naturais.
  1. José R.C. Piqueira, Estabilidade Estrutural e Organização.
  2. Roberto Luzzi & Áurea R. Vasconcellos, Estruturas Dissipativas Auto-organizadas: um Ponto de Vista Estatístico.
  3. Alfredo Pereira. Jr., Romeu C. Guimarães & João C. Chaves Jr., Auto-organização na Biologia: Nível Ontogenético.
Parte IV – Auto-organização nas Ciências Cognitivas, do Comportamento e na Lingüística.
  1. Maria E.Q. Gonzales, Ação: Causalidade e Ruído nas Redes Neurais Auto-organizadas.
  2. Ana M. Pellegrini, Auto-organização e Desenvolvimento Motor.
  3. Eleonora C. Albano, Auto-organização e Ontogênese dos Sistemas Fônicos.
  4. Amélia Império-Hamburger, Maria I. Pedrosa & Ana M.A. Carvalho, Auto-organização em Brincadeiras de Crianças: de Movimentos Desordenados à Realização de Atratores.
Parte V – Auto-organização em Administração e em Ciências Sociais.
  1. Ettore B. Filho, Organização Informa: Auto-organização e Inovação.
Parte VI – Auto-organização na Produção Artística.
  1. Iulo Brandão, Unidade e Diversidade como Correlatos da Ordem e da Desordem no Campo da Estética.
  2. Najat N. Gaziri, Música e Auto-organização.
  3. Jônatas Manzolli, Auto-Organização: um Paradigma Composicional.
As reuniões sobre “Auto-organização” que deram origem a este volume desenvolvem-se no Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE/Unicamp), tendo herdado sua problemática dos seminários multidisciplinares sobre “Ordem e Desordem”, organizados a partir de 1986.
   
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Colecao CLE: Volume 16 - 1996

Rodolfo Ertola Biraben

Tese de Church: Algumas Questões Histórico-Conceituais.

Neste livro, o leitor encontrará, inicialmente, um histórico do conceito de recursão, noção matemática tradicional que é usada para explicar a noção de calculabilidade efetiva. A seguir, é apresentado um histórico da tese de Church e, nos últimos capítulos, são analisadas algumas questões histórico-conceituais relativas à referida tese. Livro indicado tanto para os leitores interessados em lógica ou história da ciência como para os interessados nos fundamentos da informática.
Item esgotado

Colecao CLE: Volume 15 - 1995

Fátima R.R Évora (Editora)

Espaço e Tempo.

Este livro é composto por artigos que foram originalmente produzidos para o VIII Colóquio de História da Ciência, dedicado ao tema “Espaço e Tempo”, realizado pelo Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE/Unicamp), em outubro de 1993, em Águas de Lindóia-SP. O tema geral deste livro é a evolução dos conceitos de Espaço e Tempo e suas correspondentes teorias na história da ciência e da filosofia. Embora não tenhamos pretendido nos prender a uma estrita ordem cronológica de discussão do desenvolvimento dos conceitos de espaço e tempo, tentamos, na medida do possível, cobrir todos os períodos históricos, analisando as diversas alterações conceituais relativas a espaço e tempo na história da ciência e da filosofia. No entanto, a estrutura do Colóquio priorizou um tratamento tópico, que procuramos reproduzir neste volume. A primeira parte deste livro será dedicada ao espaço e tempo na história da filosofia e da ciência. A segunda parte versará sobre o tempo na lógica e na filosofia analítica. A terceira e última parte será dedicada a recentes análises científicas e filosóficas do espaço e tempo.
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Colecao CLE: Volume 14 - 1995

Walter Alexandre Carnielli; Luís Carlos Pereira P.D. (Editores)

Logic, Sets and Information (Proceedings of the Tenth Brazilian Conference on Mathematical Logic).

Since 1977, the Brazilian logical community has organized regular national conferences, under the aegis of the Brazilian Logic Society and in collaboration with the Centre for Logic, Epistemology and the History of the Science (CLE) of the State University of Campinas (Unicamp). The papers collected in the present volume were presented at the Tenth Brazilian Logic Conference, wich took place in the Itatiaia National Park, Rio de Janeiro, in May 1993. Logicians from throughout Brazil participated in this conference, as well as many researchers from overseas. The conference was held in memory of Andrés Raggio, who through in logic, his infectious enthusiasm for the subject, and his unique and wonderful personality, made such a decisive contribution to the development of logic in South America, especially in Brazil. Raggio was both teatcher and friend to many of the participants in the Itatiaia conference, and thus it is more than fitting that this volume is dedicated to his memory. The majority of the papers address topics in nonclassical logics, both pure and applied, a feld in which Brazilian logicians have already archieved widespread recognition. Among the topics discussed are intuitionistic modalities, foundations of fuzzy set theory, the relationship betweem proof nets, intensional logic, reasoning under contradictions, defeasible reasoning, questions about interpolation and modularity, the syntax and semantics of expert systems, and the formal theory of the semantic content of messages. Such mathematical topics as the model theory of expansions of reals, the uniformizability of the Stone space topology of a Boolean algebra, foundational issues concerned with set orderings, and quasi-sets are also investigated.
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Colecao CLE: Volume 13 - 1994

Gabbi Jr., Osmyr Faria

Freud: Racionalidade, Sentido e Referência.

Trata-se, antes de mais nada, de uma tentativa de mostrar como a teoria freudiana, a partir de uma série de recortes em seu interior, pode ser pensada como uma teoria sobre os atos irracionais do homem, tornados possíveis pelas características de sua linguagem. Ao mesmo tempo, almeja demonstrar que dado que tal teoria exige tão-somente uma teoria do sentido – a racionalidade é no fundo um problema de coerência, de consistência – Freud, ao pensar que as palavras comportam-se como nomes próprios, procurou fundamentar seu trabalho em uma certa teoria da referência que funcionaria simultaneamente como universal. Em outros termos, não se deu conta de que a psicanálise, desde o início, tomou como universal a própria prática lingüística.
   
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Colecao CLE: Volume 12 - 1992

Cignoli, R., D’Ottaviano, I.M.L., Mundici

D–Álgebras das Lógicas Polivalentes de Lukasiewicz.

O objetivo central deste livro é apresentar, de forma sistemática e autocontida, os principais resultados sobre as álgebras dos cálculos polivalentes de Lukasiewicz, salientando suas relações com outras áreas da Matemática, como a teoria dos grupos reticulados e certas álgebras de operadores em espaços de Hilbert. O trabalho pode ser também considerado como uma introdução necessária para o estudo das recentes aplicações das lógicas polivalentes no tratamento da informação em condições de incerteza e de problemas de computabilidade e complexidade decorrentes destas aplicações.
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Colecao CLE: Volume 10 - 1992

José Carlos Cifuentes Vasquez

O Método dos Isomorfismos Parciais: Um Estudo da Expressabilidade Matemática.

O objetivo central deste trabalho é o estudo da expressabilidade dos conceitos matemáticos, através das classes de estruturas matemáticas que são sua referência. Neste contexto, a expressabilidade traduz-se na possibilidade de axiomatização dessas classes em diversas linguagens formais. Para este efeito são introduzidas as linguagens de primeira ordem, de ordem superior e infinitárias. O método dos isomorfismos parciais é a técnica utilizada para aproximar o referencial algébrico das estruturas, onde a relação fundamental é a de isomorfismo, do referencial lingüístico, sendo aqui a relação fundamental a de equivalência elementar, cuja caracterização algébrica, em diversas linguagens, é dada no capítulo final.
   
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Colecao CLE: Volume 8 - 1991

Roberto Cardoso de Oliveira

Razão e Afetividade: O Pensamento de Lucien Lévy-Bruhl.

Nascido em meados do século XIX e tendo produzido uma obra que pode ser datada de 1884, com sua tese doutoral indo até seu encerramento no final dos anos 30 deste século, Lucien Lévy-Bruhl é duplamente um homem de transição. Não apenas um transeunte de um século ao outro, mas também de uma disciplina –a filosofia – a outra – a antropologia. É essa interface, que une as duas disciplinas, o foco privilegiado deste ensaio, aprendendo-o em pleno exercício. O presente texto, construído segundo uma ótica histórico-epistemológica, oferece ao leitor a oportunidade de acompanhar um itinerário intelectual extremamente rico, através do qual fica evidenciada a dinâmica da argumentação de um pensador em busca de um novo caminho que dê conta da natureza humana.
   
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Colecao CLE: Volume 7 - 1990

Ayda I. Arruda

N.A. Vasiliev e a Lógica Paraconsistente.

Nicolai A. Vasiliev, médico, foi professor de filosofia na Universidade de Kazan, Rússia. Entre 1910 e 1913 publicou, em russo, uma série de quatro artigos, nos quais apresenta suas idéias sobre a possibilidade de derrogação de algumas formas da lei do terceiro excluído e da lei da (não)-contradição, bem como sobre a possibilidade de construção de lógicas onde essas leis não sejam válidas em geral. Inspirado nos métodos usados por Lobatchewski na construção de sua geometria nãoeuclidiana, Vasiliev estendeu seus pontos de vista sobre sua lógica não-aristotélica de conceitos a uma lógica que ele chamou de lógica imaginária. Alguns autores consideram Vasiliev como um dos precursores das lógicas polivalentes, porém Arruda, em vários trabalhos, afirma acreditar que qualquer possível formalização da lógica imaginária de Vasiliev deveria conduzir necessariamente a uma lógica paraconsistente e não a uma lógica polivalente. A finalidade deste texto é divulgar os pontos de vista de Vasiliev, situando-os dentro do contexto histórico do desenvolvimento das lógicas não-clássicas e, em particular, da lógica paraconsistente. São apresentados extratos da tradução, do russo para o português, dos trabalhos de Vasiliev de 1910, 1912 e 1913, mantendo, na medida do possível, a linguagem do autor. Este foi um dos últimos trabalhos da autora, não tendo sequer sido submetido à publicação.
   
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Colecao CLE: Volume 6 - 1989

Jairo José da Silva

Sobre o Predicativismo em Hermann Weyl

O objetivo central deste trabalho é buscar uma fundamentação filosófica para o predicativismo em Hermann Weyl como exposto em Das Kontinuum, na noção fenomenológica de constituição dos objetos ideais, como entendida por Husserl. São também estudados alguns aspectos da filosofia da matemática de Poincaré, um dos pioneiros do predicativismo, e a noção kantiana de constituição do objeto matemático para, essencialmente, contrapô-lo à noção fenomenológica. Os capítulos finais do trabalho expõem a aritmética e a análise clássica, na perspectiva do predicativismo de Weyl.
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Colecao CLE: Volume 5 - 1989

Karina M.O. dos Santos

O Desenvolvimento Histórico da Ciência da Nutrição em Relação ao de Outras Ciências.

O presente trabalho consiste em um estudo histórico do desenvolvimento do conhecimento científico sobre nutrição em relação ao desenvolvimento de outras ciências, particularmente da química e da fisiologia. O período abordado estende-se desde o final do século XVIII, que marca o início da química moderna e o surgimento da fisiologia enquanto ciência independente, até princípios do século XX, quando é estabelecido o conceito de vitaminas. O estudo teve como base a bibliografia histórica disponível a respeito do desenvolvimento da ciência da nutrição, da fisiologia, da química e da bioquímica. Foram obtidas informações históricas relativas às pesquisas experimentais e às concepções teóricas sobre o processo e as necessidades nutricionais. Estas informações foram organizadas de forma a compor a história dos principais conceitos e métodos de experimentação que definiam a ciência da nutrição no início do século XX, evidenciando o caminho percorrido pelos pesquisadores ao longo do período considerado e procurando estabelecer relações com o conhecimento científico disponível na época. Dentro dos limites definidos no tempo, este trabalho acompanha desde o surgimento das primeiras concepções químicas (no sentido moderno) sobre o processo de nutrição animal até o estabelecimento das leis que determinam os requerimentos energéticos humanos e o reconhecimento da essencialidade nutricional de minerais, aminoácidos e vitaminas.
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Colecao CLE: Volume 4 - 1994

Fátima R.R. Évora

A Revolução Copernicano-Galileana: A Revolução Galileana (II).

Este segundo volume é dedicado à análise historiográfica da ciência de Galileo, particularmente de sua astronomia e sua nova mecânica. São também analisadas as teorias ópticas medievais e renascentistas que poderiam ter servido de bases teóricas para a construção do telescópio e justificação do seu uso.
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Colecao CLE: Volume 3 - 1993

Fátima R.R. Évora

A Revolução Copernicano-Galileana: Astronomia e Cosmologia Pré-Galileana (I).

Neste trabalho, analisa-se o desenvolvimento da ciência de Nicolas Copérnico e Galileo-Galilei visando compreender a origem, o alcance e a significação da revolução copernicano-galileana e a sua inserção na história do pensamento científico-filosófico antigo e medieval. Neste primeiro volume, é feita uma discussão da ciência antiga e medieval a fim de traçar, em linhas gerais, o universo científico-filosófico no qual Copérnico e Galileo estavam inseridos ao elaborarem suas teorias. Também é analisada a revolução copernicana, sua origem e teses principais.