Cultura como segunda natureza: Filosofia da cultura, Filosofia transcendental “naturalizada” e a questão do espaço da cultura

Autores

  • Sebastian Luft Marquette University – Milwaukee, USA
  • Lucas A. D. Amaral Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – São Paulo, Brasil

Resumo

Nesta contribuição, a filosofia da cultura de Cassirer é apresentada como uma aplicação especial da filosofia transcendental kantiana, então comparada a outra tradição aqui, a Escola de Pittsburgh, especialmente McDowell. O resultado é o conceito de Sellars de “espaço de razões”, que é então expandido por McDowell com seu conceito (de inspiração aristotélica) de “segunda natureza”. Uma interpretação interessante de um dos primeiros intérpretes de Cassirer – Howe – torna possível trazer “Marburgo” e “Pittsburgo” para a conversa. O resultado dessa comparação será uma posição que transmite ambas as tradições e que Howe poderia descrever como “idealismo naturalista”. No final, tenta-se demonstrar a superioridade da posição de Cassirer, o que não significa uma refutação da de McDowell, mas sim um encaixe de sua posição na de Cassirer.

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Publicado

2021-10-13

Como Citar

LUFT, S.; AMARAL, L. A. D. Cultura como segunda natureza: Filosofia da cultura, Filosofia transcendental “naturalizada” e a questão do espaço da cultura. Kant e-Prints, [S. l.], v. 16, n. 2, p. 377–397, 2021. Disponível em: https://www.cle.unicamp.br/eprints/index.php/kant-e-prints/article/view/1574. Acesso em: 1 dez. 2021.

Edição

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