Kant e o problema da significação, de Daniel Omar Perez

Autores

  • Jorge Vanderlei Costa da Conceição Pontifícia Universidade Católica do Paraná

Resumo

“Todos nós ‘sabemos’ do ‘sistema kantiano’. Entretanto, todos nós duvidamos na hora de determinar seus alcances e limites. Onde começa e acaba o ‘sistema’? Quais são suas partes sem agregados? (PEREZ, 2008. p. 14)” Perez inicia o livro, Kant e o problema da significação, indagando-se pelo possibilidade, pela extensão e pelo limite da “obra kantiana” ser entendida como sistema. Se a resposta a pergunta for sim, tem que se definir o que caracteriza o sistema kantiano. Para o autor, o sistema kantiano é caracterizado pela presença sistemática da pergunta: como são possíveis as proposições sintéticas a priori? Na interpretação de Perez, a resposta da pergunta acima ilustrada também responde a questão: como é possível atribuir sentido e significado às proposições sintéticas a priori? Entretanto, surge o seguinte problema: se considerar que a filosofia kantiana é um sistema devido à presença da pergunta, como são possíveis as proposições sintéticas a priori, o sistema estaria limitado às três Críticas? Senão, está, qual é a unidade entre o período pré-crítico, crítico e os textos tardios?

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Publicado

2010-07-01

Como Citar

VANDERLEI COSTA DA CONCEIÇÃO, J. Kant e o problema da significação, de Daniel Omar Perez. Kant e-prints, [S. l.], v. 5, n. 1, p. 157–165, 2010. Disponível em: https://www.cle.unicamp.br/eprints/index.php/kant-e-prints/article/view/389. Acesso em: 7 fev. 2023.

Edição

Seção

Resenhas