A questão da psicologia empírica no período pré-crítico: explicando uma ruptura no pensamento kantiano

Autores

  • Saulo de Freitas Araujo Universidade Federal de Juiz de Fora

Palavras-chave:

Psicologia empírica, Kant, Wolff, História da psicologia, História da filosofia

Resumo

As afirmações de Kant sobre o lugar e os limites da psicologia empírica em relação ao conhecimento filosófico são bastante conhecidas e têm sido abundantemente relatadas na literatura secundária. Esta última, no entanto, tem se concentrado principalmente no período crítico, deixando em aberto algumas questões importantes para a compreensão do pensamento kantiano. Nesse sentido, é preciso esclarecer de forma mais consistente a gradual modificação que a psicologia empírica foi sofrendo no pensamento de Kant, desde sua filiação inicial à metafísica, nos moldes de C. Wolff (1679-1754) e seu discípulo A. Baumgarten (1714-1762), até a sua completa dissolução como parte da antropologia pragmática. O objetivo do presente trabalho é apresentar os primeiros resultados de uma pesquisa mais abrangente, que indicam semelhanças e diferenças na concepção de psicologia empírica entre Wolff e Kant em seu período pré-crítico. Serão enfatizados aqui tanto o conceito de psicologia empírica como suas possíveis contribuições para a metafísica. Por fim, será discutida a questão da continuidade ou ruptura desta concepção pré-crítica em relação à primeira edição da Crítica da Razão Pura.

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Publicado

2012-01-01

Como Citar

DE FREITAS ARAUJO, S. A questão da psicologia empírica no período pré-crítico: explicando uma ruptura no pensamento kantiano. Kant e-Prints, [S. l.], v. 6, n. 2, p. 59–70, 2012. Disponível em: https://www.cle.unicamp.br/eprints/index.php/kant-e-prints/article/view/419. Acesso em: 27 jan. 2022.

Edição

Seção

Artigos

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