https://www.cle.unicamp.br/eprints/index.php/kant-e-prints/issue/feed Kant e-Prints 2019-12-10T16:30:42-03:00 Equipe Editorial clekant@unicamp.br Open Journal Systems <p><img src="/eprints//public/site/images/Administrador/KEP.png" width="1657" height="120">Kant e-Prints é uma revista de periodicidade quadrimestral destinada a veicular produções teóricas sobre a filosofia de Kant, constituída pela Seção de Campinas da Sociedade Kant Brasileira (SKB) e vinculada ao Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).</p> https://www.cle.unicamp.br/eprints/index.php/kant-e-prints/article/view/1321 One-object-plus-epistemic-phenomenalism 2019-07-16T19:15:39-03:00 Roberto Horácio de Sá Pereira robertohsp@gmail.com <p>The aim of this paper is to present a novel reading of Kantian idealism. In want of a better name, I call my interpretation “one-object-plus<em>-</em>epistemic phenomenalism”. I partially endorse Allison’s celebrated position, namely his rejection of metaphysical world-dualism. Yet, I reject Allison’s deflationary two-aspect view. I argue that Kantian idealism is also metaphysically committed to an ontological noumenalism (one-object), namely the claim that the ultimate nature of reality is made up of unknown things in themselves (<em>substantia noumena</em>). Natural sciences can only reveal the relational/structural properties of things as they appear rather than the intrinsic properties of <em>substantia noumena</em> in the negative sense. My anti-deflationary reading is similar to Allais’s and my agnostic monism to Hanna’s. However, against both, I hold that appearances are not the accusative objects of our sensible representations, but rather as Kant repeatedly states: “mere representations”. The accusative objects of our senses are <em>substantia noumena</em> in the negative sense. Moreover, my view is also similar to Langton’s. Again, against Langton I hold that appearances are not merely relational properties of <em>substantia noumena</em>, but the way that such <em>substantia noumena</em> exist inside our mind as “mere representations”. In this regard, I also partially endorse Guyer’s and Van Cleve’s phenomenalist reading because these <em>substantia noumena </em>in the negative sense can only be cognized mind-dependently, namely as appearances. However, against Guyer and Van Cleve I hold that the phenomenalist side of Kantian idealism is purely epistemological rather than ontological: what Kant calls the necessary unity of representations according to categories is not a logical construction of objects out of representations, that is, an ontological reduction of noumena to appearances, but rather the way we sense-independently cognize mind-independent noumena.</p> 2019-07-16T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 Kant e-Prints - Revista Internacional de Filosofia https://www.cle.unicamp.br/eprints/index.php/kant-e-prints/article/view/1322 O potencial intersubjetivo e social da justiça em Kant 2019-07-16T19:14:31-03:00 Francisco Jozivan Guedes de Lima jozivan2008guedes@gmail.com <p>Este artigo objetiva demonstrar o potencial intersubjetivo e social da justiça em Kant. Trata-se de uma leitura que não concorda com as interpretações restritivas da filosofia prática kantiana que a classificam como excessivamente formalista e subjetivista. Esse tipo de restrição é encontrado tanto em Hegel quanto atualmente na Teoria Crítica como, por exemplo, no <em>Das Recht der Freiheit </em>de Honneth, segundo o qual a concepção de justiça de Kant não passa dos limites de um monologismo. Tais leituras de matriz hegeliana obliteram o potencial social, intersubjetivo, e de participação do cidadão na esfera pública incluso na filosofia jurídico-política kantiana. Indo na contramão dessa matriz, tentarei colocar em evidência a dimensão social da justiça em Kant a partir de três dimensões: (i) metafísico-transcendental, baseada na ideia de liberdade inata e de igualdade; (ii) ético-construtivista, que tem por conceito fundamental a autonomia; (iii) socioinstitucional, embasada no Estado de direito, republicanismo, assistência social, e esfera pública. A ideia basilar é que o formalismo e o subjetivismo são apenas um estágio, mas não o todo da justiça kantiana.</p> 2019-07-16T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 Kant e-Prints - Revista Internacional de Filosofia https://www.cle.unicamp.br/eprints/index.php/kant-e-prints/article/view/1323 Máximas, a ação e a relação com a antropologia na filosofia kantiana: o problema do âmbito 2019-07-16T19:24:00-03:00 Mauro Pellissari mauro.pellissari@pucpr.br <p>O objetivo deste trabalho é discutir a questão das máximas como princípios das ações, mostrando que o fato de Kant utilizar o conceito de vários modos ao longo de suas obras ocasiona vários entendimentos do que máximas significam, o que acaba dificultando o entendimento do processo de ação do sujeito racional e sua relação com a antropologia kantiana. A proposta é de que existe um “problema de âmbito” na definição da função do conceito de máximas, sendo que, ao final, é apresentada uma alternativa de solução ao problema.</p> 2019-07-16T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 Kant e-Prints - Revista Internacional de Filosofia https://www.cle.unicamp.br/eprints/index.php/kant-e-prints/article/view/1324 Estilo, vocabulário e método na "primeira Crítica" 2019-12-10T16:27:18-03:00 João Geraldo Martins da Cunha jgmcunha@hotmail.com <p>Neste trabalho, pretendo mostrar uma das possíveis motivações de fundo que anima o projeto da primeira <em>Crítica</em>, indicando como a crítica da razão, aos olhos de Kant, era uma exigência imposta, dentre outros importantes fatores, pelo descompasso entre a tradição metafísica alemã e a física moderna, especialmente tal como delineada pelos trabalhos de Newton. Nesta direção, este ensaio tem como objetivo apenas apontar, sem pretender desenvolver seu tratamento em detalhe, uma relação entre o problema do método próprio ao discurso filosófico (central no modo pelo qual Kant enfrentou este “descompasso” entre física e metafísica) e o estilo da escrita – e escolha do vocabulário –, adotados por ele na obra de 1781. Por essa via, talvez se possa avançar na compreensão do estilo um tanto “barroco”, tão frequentemente censurado, com o qual Kant empreendeu seu projeto filosófico.</p> 2019-07-16T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 Kant e-Prints - Revista Internacional de Filosofia https://www.cle.unicamp.br/eprints/index.php/kant-e-prints/article/view/1325 "Kant no século XXI: A Crítica da Razão Pura, a filosofia da mente e a ciência cognitiva", de João Teixeira 2019-12-10T16:30:42-03:00 Suely Molina sumolina@gmail.com <p>Como resgatar a contemporaneidade da <em>Crítica da Razão Pura</em>? E como fornecer para o leitor iniciante elementos para enfrentar um texto filosófico hermético, quase impenetrável, como a primeira <em>Crítica</em> de Kant? Essa é a proposta de João Teixeira no seu livro <em>Kant no século XXI</em>: a Crítica da Razão Pura, a filosofia da mente e a ciência cognitiva.</p> 2019-07-16T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 Kant e-Prints - Revista Internacional de Filosofia